domingo, 19 de agosto de 2018

Grace & Fury

Este livro criou-me bastante interesse assim que o folheei. 
Foi um dos livros que recebi de uma das minhas subscrições mensais e nunca tinha ouvido falar; o que era normal, pois quando o recebei era uma advanced reading copy, isto é, o livro ainda não se encontrava disponível para venda.

Como uma pessoa que até gosta de se sentir especial/importante às vezes mesmo que não admita, esse facto ainda me puxou mais para a leitura. Ler algo primeiro que a grande maioria do mundo, uau!

Grace and Fury

de Tracy Banghart

★★★★★

Num mundo onde as mulheres não têm direitos, as irmãs Serina e Nomi Tessaro enfrentam dois destinos muito diferente: uma no palácio e outra na prisão.
Serina passou a vida inteira a treinar para ser uma Grace - uma das mulheres cuja a função é estar do lado do herdeiro do trono como um exemplo de mulher submissa e perfeita. Mas quando a sua irmã rebelde chama a atenção do herdeiro, é Serina que toma as culpas do perigoso segredo que Nomi guarda.
Agora presa a uma vida que nunca quis, Nomi tem apenas uma maneira de salvar Serina: render-se ao seu papel de Grace até pode usar a sua posição para  libertar a sua irmã. Mas é mais fácil dito que feito. Um traidor está dentro das paredes do palácio e mentiras espreitam em todas as esquinas. Mas Serina está a ficar sem tempo, presa numa ilha onde ela precisa de lutar até à morta para sobreviver e um movimento em falso pode-lhe custar tudo.

sábado, 4 de agosto de 2018

Linhas de Sangue

Ora, aqui está um filme que foi uma surpresa ir ver. Já tinha visto alguns posters no metro mas nunca olhei para eles com atenção, e o meu conhecimento de actores portugueses é entre o pouco a nulo; para além do mais, o poster gritava-me filme de porrada americano.
Sim, foi uma surpresa quando o Respectivo me enviou o trailer para ver, sugerindo ir ao cinema nessa tarde... Não estava à espera de ser um filme português.

Linhas de Sangue
★★★☆☆½


Nada contra filmes portugueses! Devo de admitir que abomino novelas e acho as nossas poucas séries, na sua grande maioria, decepcionantes... Mas os temas abordados no nosso cinema são, sinceramente, coisas que não me puxam. 
Mas este filme conseguiu deixar-me intrigada. Acho que nunca houve nada português deste género.


Temos aqui uma mistura de violência gratuita e humor negro claramente influenciado por Tarantino. Todo o filme respira Tarantino: várias histórias bizarras que acabam interligadas, visuais altamente sexuais e tiros e mais tiros.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

O Oceano no Fim do Caminho

Como explicar as histórias de Neil Gaiman?
Sempre tive essa dificuldade e, sinceramente, continuo a ter.

Já tinha saudades de ler algo dele, por isso peguei neste livro pequenino que achei que seria perfeito para ler em apenas algumas horas e, uma vez que ia passar o dia num consultório médico, nada melhor para me distrair. 

O Oceano no Fim do Caminho
de Neil Gaiman

★★★★★


Este livro é tanto um conto fantástico como um livro sobre a memória e o modo como ela nos afeta ao longo do tempo. A história é narrada por um adulto que, por ocasião de um funeral, regressa ao local onde vivera na infância, numa zona rural de Inglaterra, e revive o tempo em que era um rapazinho de sete anos. As imagens que guardara dentro de si transfiguram-se na recordação de algo que teria acontecido naquele cenário, misturando imagens felizes com os seus medos mais profundos, quando um mineiro sul-africano rouba o Mini do pai do narrador e se suicida no banco de trás. Esta belíssima e inquietante fábula revela a singular capacidade de Neil Gaiman para recriar uma mitologia moderna.

domingo, 29 de julho de 2018

A Seleção

Depois de ter lido um livro tão pesado como o The Handmaid's Tale, precisava de ler algo para desanuviar a cabeça.

A Seleção
de Kiera Cass

★★★★☆


Para trinta e cinco raparigas, A Seleção é a oportunidade de uma vida. É a possibilidade de escaparem de um destino que lhes está traçado desde o nascimento, de se perderem num mundo de vestidos cintilantes e joias de valor inestimável e de viverem num palácio e competirem pelo coração do belo Príncipe Maxon. No entanto, para America Singer, ser selecionada é um pesadelo. Terá de virar as costas ao seu amor secreto por Aspen, que pertence a uma casta abaixo da sua, deixar a sua família para entrar numa competição feroz por uma coroa que não deseja, e viver num palácio constantemente ameaçado pelos ataques violentos dos rebeldes. Mas é então que America conhece o Príncipe Maxon. Pouco a pouco, começa a questionar todos os planos que definiu para si mesma e percebe que a vida com que sempre sonhou pode não ter comparação com o futuro que nunca imaginou. 35 candidatas. Apenas uma coroa.

The Handmaid's Tale

Só  li este livro depois de ver as duas temporadas que já existem da série inspirada nele.

Já sabia mais o menos com o que contar mas não foi isso que diminuiu o interesse da história.

The Handmaid's Tale
de Margaret Atwood

★★★★★


Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. The Handmaid's Tale tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo.
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gilead, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Handmaids, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.
Offred é uma Serva na República de Gilead e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Offred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Offred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Ida ao Jardim Zoológico de Lisboa

Já fazia parte dos planos deste Verão irmos passar um dia ao zoo. A última vez que fomos, foi para aí há uns quatro ou cinco anos e achámos que seria giro voltar.

Fiquei escandalizada quando vi o preço da entrada: 21.50€!!! Podia jurar que não paguei tanto a última vez que lá fui. Achei demasiado caro mas pronto, acabámos por ir.




quinta-feira, 26 de julho de 2018

A Court of Frost and Starlight

Os livros da saga ACOTAR de Sarah J. Maas têm um espaço especial reservado no meu coração.
Só os li este ano mas foram completamente devorados e ajudaram-me muito.

A Court of Frost and Starlight
de Sarah J. Maas

★★★


A esperança aquece até a mais fria noite. 
Feyre, Rhys e os seus círculo de amigos andam bastante ocupados a reconstruir a Corte da Noite e o vasto mundo ao seu redor. Mas o Solstício de Inverno está finalmente a chegar, e com ele algum descanso. 
Ainda assim, a atmosfera festiva não impede as sombras do passado de pairar no ar. Enquanto Feyre encara o seu primeiro Solstício de Inverno como High Lady, ela descobre que aqueles que lhe são mais queridos têm mais feridas do que tinha antecipado - cicatrizes que terão um grande impacto no futuro da sua Corte.

Sci Fi Lx 2018

Se este não foi o pior evento a que alguma vez fui, foi sem dúvidas o mais mal organizado.

O evento passou-se durante o fim-de-semana no pavilhão principal do IST e tinha entrada gratuita. Esta foi a sua quarta edição e já tinha noção que não era nada de muito grande porque já tinha ido à edição do ano passado que foi muito fraquinha em termos de conteúdo.

No entanto, este ano o tema era o Apocalipse. Eu gosto desse tema. Fui ver as actividades ao site bastante incompleto - mesmo na véspera do evento - e tive interesse em várias palestras e workshops. Com muita pena minha, havia várias palestras que eram à mesma hora, por isso vi-me obrigada a escolher só duas.

Optei por um workshop dado por um psicólogo sobre Como Sentir Bem Estar Depois do Armagedom e uma palestra sobre como escrever sagas dada pelo Filipe Faria, autor português já com algum destaque. Ambas se passavam no domingo que foi o único dia a que fui.

domingo, 22 de julho de 2018

OwlCrate Julho 2018: Strange and Unusual


Ao contrário da FairyLoot que recebo todos os meses, a OwlCrate só compro quando é algo que realmente me interessa porque, como vem do USA, costuma ficar preso na alfândega e acaba por sair caro... Mas desta vez não resisti. O tema era bom de mais para deixar passar, adoro coisas estranhas! 
Foi-me prometido artigos inspirados em Harry Potter, Miss Peregrine's Home for Peculiar Children e... Stranger Things!!!


Recebi...


FairyLoot Junho 2018: Rebels in Ballgowns

Esta foi uma crate que esperei ansiosamente porque veio atrasada, ahaha.
O tema despertou-me interesse porque quem não gosta de ver uma cena num baile (principalmente de máscaras!) infiltrado por um herói?
Foi-nos prometido itens inspirados em Legendary, Shatter Me, The Selection e Nevernight.

Então cá vamos nós.
Neste mês recebi...


terça-feira, 17 de julho de 2018

The Mortal Instruments

Já consideravelmente atrasada na hype, finalmente li a saga completa de The Mortal Instruments de Cassandra Clare, também já conhecida apenas por Shadowhunters devido ao ao considerável tamanho do universo em que estas histórias se passam - Estes podem ser os livros principais, mas existe uma boa colecção de spin-offs.



Portanto, a saga The Mortal Instruments é composta por seis livros, sendo eles:
- City of Bones
- City of Ashes
- City of Glass
- City of Fallen Angels
- City of Lost Souls
- City of Heavenly Fire

Entre a Cruz e o Crescente


Esta exposição comemorativa dos 800 anos da Fundação do Convento da Trindade de Lisboa encontra-se actualmente na Torre do Tombo, aberta de segunda a sábado e é de entrada livre.

Foi um acaso ter ido vê-la, não tinha programado nem sabia da sua existência; calhou ir porque tive de ir à Torre do Tombo solicitar alguns documentos; mas é comum existir sempre lá alguma exposição com documentos à guarda do Arquivo Nacional da Torre do Tombo.


Esta exposição aborda o cativeiro como uma realidade comum às sociedades cristãs e muçulmanas, fruto de conflitos bélicos e de ataques de piratas e corsários. É focada na Ordem da Santíssima Trindade, que tinha como objectivo resgates e troca de cativos cristãos aprisionados em terras muçulmanas.


Esta Ordem está datada a 17 de Dezembro de 1198 por bula por o Papa Inocêncio III, mas foi apenas a 1207 que chegaram a Portugal alguns frades trinitários associados a grupos de cruzados em direcção à Terra Santa, a quem D. Sancho I convidou a fundar um convento.



A missão desta ordem era considerada uma obra mui nobre e pia; e a preparação de um resgate era muito complexo, tendo necessidade de autorização régia, nomeações de padres redentores, ajustes de preços com sultões e governadores...



O maior episódio da ordem está ligada à derrota da Batalha de Alcácer Quibir, onde milhares de portugueses ficaram cativos e o nosso próprio rei, D. Sebastião I, pereceu. 


Os resgates a cativos terminaram com a assinatura dos tratados de paz entre Portugal e Marrocos e Argel no início do século XIX.

Foi uma exposição deveras interessante. Desconhecia completamente todos esses factos, nem nunca pensei como funcionariam os resgates religiosos. Foi uma surpresa ter ficado a aprender tanto sobre este tema. É uma exposição bastante informativa e que nos apresentas bastantes documentos históricos originais.

Para quem - como eu - é aficionado por história, é algo que recomendo vivamente a ir ver.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Mosteiro de Alcobaça

Um dos locais que mais queria visitar em Portugal era este.

O Mosteiro de Alcobaça é classificado como Património da Humanidade pela UNESCO e é uma das Sete Maravilhas de Portugal.


Já é um mosteiro bastante antigo, sendo ainda do tempo de D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal!

terça-feira, 3 de julho de 2018

Dino Parque Lourinhã

Ora aqui está aquilo com que não me calava há meses! 

Desde que soube, no ano passado, que iam abrir um parque com estátuas de dinossauros ao ar livre e em tamanho real, nunca mais tirei isso da cabeça. O parque abriu a Fevereiro deste ano e eu não via a oportunidade de lá ir!


sexta-feira, 29 de junho de 2018

Roy Lichtenstein e a Pop Art

Foi inaugurada no Centro Comercial do Colombo uma pequena exposição de um dos mais conhecidos e emblemáticos artistas do movimento da Pop Art: Roy Lichtenstein.



A exposição abriu a 19 de Junho e poderá ser visitada até dia 23 de Setembro deste ano. 
Conta com 41 obras apresentadas por secções ("Pop", "Paisagens", "Homenagens" e "Cartazes") de forma cronológica. 
E o melhor é que sendo no Colombo, é de entrada gratuita! 



Não guardo segredo que a Pop Art é dos meus movimentos artísticos preferidos e que sou uma ávida fã do trabalho de Roy Lichtenstein.

Ele foi um dos criadores deste movimento influenciado pela cultura das massas e sociedade consumista, transformando imagens da cultura pop, banda-desenhada, publicidade e quotidiano em peças tanto icónicas como irónicas que ficaram para a história.


Gostei imenso da exposição e correspondeu às minhas expectativas. Não estava à espera de nada muito grande tendo em conta o espaço, mas adorei ver ao vivo todas as obras apresentadas. Inclusive, tive o prazer de ver um dos meus trabalhos preferidos deste artista!




terça-feira, 19 de junho de 2018

The Handmaid's Tale season 1 e 2

Ouvi falar TÃO BEM desta série que acabei por me render e ir vê-la.

Ainda não li o livro, por isso não sei até que ponto a série é fiel; desse modo, vou apenas falar com base do vi.


The Handmaid's Tale
(season 1 e 2)
Depois de um atentado terrorista que ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção católica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial.No meio disso tudo, Offred é uma "handmaid", ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante Waterford, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planeados pelo sistema.

Adorei a série. Disseram-me que era pesada e é mesmo. Houve muita coisa que me custou a ver. É tudo horrível. A história e a série fizeram um trabalho brilhante porque nos deixa realmente incomodados. Como mulher e feminista, tocou-me imenso. Meto-me no lugar de todas as personagens e sinto o desespero e a confusão delas. É, definitivamente, um pesadelo.


Jurassic World: Fallen Kingdom

Pronto. Não é segredo nenhum que AMO dinossauros. 
Os Jurassic Park foram dos meus filmes preferidos de infância e quando decidiram voltar a pegar na saga eu andei por aí toda feliz aos pulos.


Jurassic World: Fallen Kingdom
★★★☆☆½

Owen e Claire retornam à ilha Nublar para salvar os dinossauros restantes de um vulcão que está prestes a entrar em erupção. Eles encontram novas e aterrorizantes raças de dinossauros gigantes ao descobrir uma conspiração que ameaça todo o planeta.
Ao contrário da maioria, gostei do primeiro Jurassic World apesar de achar a cena dos híbridos estúpida, mas tipo... São dinossauros a comer pessoas, não me interessa.

Fui cheia de hype ver o Fallen Kingdom e saí da sala de cinema muito feliz.
O filme não é nada de especial e a história que incorpora a utilização de dinossauros como armas não é muito inteligente, mas isso não me impediu de passar um bom bocado e verter uma lágrima a ver imensos dinossauros a morrer à minha frente e ninguém poder fazer nada.

Mas, apesar de tudo, o filme deixa-nos uma questão: Como podem os humanos e dinossauros coexistir no mesmo ambiente? Estou super curiosa para saber o que vai acontecer no próximo filme.

Agora deixo-vos também a questão que me assombrou o filme inteiro:
- Estando todos os dinossauros, novamente, em perigo de extinção, o que é que acham correcto? Salva-los ou deixa-los morrer, uma vez que não deviam existir sequer e fomos nós - humanos -que fizemos algo anti natura e os trouxemos de volta?


#teamdinossauros and i'm out bitchezzzz

The Rain

Uma vez que tenho tido muito boas experiências a experimentar séries alemãs, decidi tentar a sorte com esta série dinamarquesa. 


The Rain
★★★☆☆
Seis anos após um vírus brutal ter massacrado quase que toda a população da Escandinávia, dois irmãos dinamarqueses decidem sair da segurança de seu búnquer para verificar o que se passa do lado de fora de sua fortaleza. Em meio aos escombros, eles encontram um grupo de jovens sobreviventes e juntos irão até o fim para encontrar uma única esperança de uma vida melhor.

Neste momento estou numa fase que só me apetece ler e ver distopias, por isso uma série que vive num mundo onde vários humanos desapareceram devido à chuva que está contaminada com algo que mata... Interessou-me.

É um pouco lenta e demora a desenvolver mas captura a nossa atenção ao deixar-nos intrigados sobre o porquê da chuva matar, o que contaminou a água... há sempre algum pequeno detalhe que nos deixa confusos e é assim que The Rain nos prende.

O ponto que menos me agradou foi a química e interacção das personagens. O que por norma me chama sempre mais à atenção neste tipo de mundo "apocalíptico" onde se tem que lutar para sobreviver é exactamente isso: a convivência entre humanos em ambientes hostis; e aqui pareceu-me sempre tudo forçado e não fui capaz de criar grande empatia pelas personagens.

O último episódio acaba com um cliffhanger e agora é esperar pela segunda temporada. Ainda não decidi se vou continuar a seguir... Quero respostas a tudo que está a acontecer mas de resto... não há muito que me puxe. 

Marvel's Jessica Jones season 2

Tenho seguido todas as séries da Marvel da Netflix até à data e esta não foi excepção, principalmente porque a primeira temporada desta foi definitivamente das minhas preferidas.


Jessica Jones - Season 2
★★★☆☆

A investigadora privada Jessica Jones começa a meter a sua vida de volta aos eixos depois de matar o seu molestador Killgrave. Agora, Nova Iorque tem um assassino super poderoso, um novo caso que a obriga a confrontar em realmente ela é enquanto descobre mais sobre o seu passado.
Na primeira temporada temos vários problemas sociais que uma mulher sofre quase diariamente e o foco é uma relação de abuso que a Jessica sofre. É uma personagem feminina forte que apesar dos traumas, luta todos os dias por aquilo que acha certo. Não é de todo um role model mas dentro daquilo que é, dá o melhor de si. 
Para mim foi espectacular ver porque também eu passei por uma relação abusiva e ainda hoje tenho os meus fantasmas, mas continuo a lutar para ter uma vida, tal como ela. Senti uma grande ligação à série e fiquei muito entusiasmada quando foi anunciada a segunda temporada.

Esta segunda season foca-se mais no passado de Jessica e na origem dos seus poderes.
Apesar da história ser interessante não me prendeu, principalmente devido ao passing lento dos episódios. E fez falta um vilão memorável como o Killgrave.
No entanto, esta temporada também explora mais as outras personagens que fazem parte da vida da Jessica e, sinceramente, foi o que achei mais interessante de ver.

Fiquei um pouco desiludida com esta season. A série tem potencial para muito mais e considero que não foi explorada da melhor maneira. Mas cá estarei para ver a terceira temporada que já foi anunciada.  

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Museu do Aljube, antiga prisão da PIDE

Este local, que já foi um estabelecimento prisional mais conhecido por receber presos políticos do Estado Novo (tais como Mário Soares, Álvaro Cunhal...), foi há três anos transformado num museu dedicado à memória do combate à ditadura e à resistência em prol da liberdade na altura de Salazar.

Decidi ir a Aljube com um primo por estarmos ambos a estudar a história da nossa família. Sabemos que o nosso tetravô esteve preso nessa cadeia onde foi torturado até à morte pela PIDE, e fomos com o intuito de descobrir documentos ou qualquer outra informação de valor relativa a esse antepassado, ou ao nosso bisavô que, apesar de ter sido detido para interrogatório várias vezes, nunca ficou preso.

Primeiro vimos tudo aquilo que o museu tinha para oferecer.