Este local, que já foi um estabelecimento prisional mais conhecido por receber presos políticos do Estado Novo (tais como Mário Soares, Álvaro Cunhal...), foi há três anos transformado num museu dedicado à memória do combate à ditadura e à resistência em prol da liberdade na altura de Salazar.
Decidi ir a Aljube com um primo por estarmos ambos a estudar a história da nossa família. Sabemos que o nosso tetravô esteve preso nessa cadeia onde foi torturado até à morte pela PIDE, e fomos com o intuito de descobrir documentos ou qualquer outra informação de valor relativa a esse antepassado, ou ao nosso bisavô que, apesar de ter sido detido para interrogatório várias vezes, nunca ficou preso.
Primeiro vimos tudo aquilo que o museu tinha para oferecer.





