domingo, 11 de setembro de 2016

Jim Henson's Labyrinth: The Novelization

O livro baseado num dos meus filmes preferidos de sempre: Labyrinth!

Jim Henson's Labyrinth: The Novelization

de  A.C.H. Smith

★★★



Frustrada por ter de cuidar do meio-irmão enquanto os seus pais estão fora, a adolescente Sarah sonha em livrar-se da criança, que não pára de chorar. Atendendo o seu pedido, o Rei dos Goblins, personagem de um dos livros de Sarah, ganha vida e sequestra o bebé. Arrependida, a menina terá de enfrentar um labirinto e resgatar o irmão antes da meia-noite para evitar que ele seja transformado num goblin.

A História Interminável

A aquisição deste livro tem uma história engraçada. Foi encontrado ao acaso numa Feira de Velharias. Ia comprar um outro mas a capa deste livro chamou-me a atenção por ser antiga e eu gostar de capas antigas. Quando lhe li o titulo sabia que o conhecia de algum lado mas não me consegui lembrar de onde por mais que tentasse. Agarrei e não pensei duas vezes: Comprei-o.
Quando cheguei a casa, ao telemóvel a contar as compras literárias ao Respectivo é que lhe disse que sabia que conhecia aquilo de algum lado, que o nome me era familiar mas não conseguia lembrar-me de onde. Ao que ele me respondeu assim que lhe disse o título:
" - Então! Mas isso é o livro do filme da Neverending Story!"
Senti-me tão parva mas fez-se imediatamente luz. Nunca soube o nome em português da  Neverending Story mas inconscientemente a minha cabeça traduziu o nome para inglês, daí ele me parecer tão familiar mas não conseguir chegar lá. A mente é uma coisa engraçada.

Enfim, uma pequena história muito interessante (ou não).

A História Interminável

("The Neverending Story")
de Michael Ende

★★★

A Luz das Runas

Continuação do livro "A Marca das Runas" de Joanne Harris.
Gostei muito do primeiro e ainda andei um pouco de tempo à procura deste livro em segunda mão mas não o encontrei e lá tive eu que ir a Bertrand encomenda-lo...

A Luz das Runas

("Runelight")
de Joanne Harris

★★★★☆


Três anos após o Fim do Mundo, o silêncio reina ainda nas Catacumbas… 
Após a queda da Ordem, o mundo está a voltar lentamente à vida. Maddy sente-se finalmente em paz, agora que está livre das regras brutais da organização. Mas para Maggie, nascida e criada no seio da Ordem, este é um tempo de caos e desolação. 
Maddy e Maggie vivem a mil quilómetros de distância uma da outra mas têm uma coisa em comum: ambas nasceram com a marca das runas na pele. Um símbolo que remonta ao tempo em que o mundo era governado por deuses que habitavam Asgard. 
Asgard está agora em ruínas, e o poder dos deuses foi há muito destruído. Pelo menos, é o que todos pensam… 
Mas nada se perde para sempre. Os deuses ainda não desistiram. Eles cobiçam o poder das runas que as duas jovens detêm. Maddy e Maggie rapidamente se veem envolvidas numa luta sem tréguas que as aproximará uma da outra e na qual os seus limites serão postos à prova e as suas lealdades testadas ao limite.

Em conformidade com o primeiro livro, aqui mantém-se o mesmo estilo de leitura fácil e envolvente. 

O Retrato de Dorian Gray

Após muitos anos a atrás... Aqui está ele!!

O Retrato de Dorian Gray 

("The Portrait of Dorian Gray")
de Oscar Wilde

★★★★☆



Blood Sisters: The Women Behing the War Of The Roses de Sarah Gristwood

Blood Sisters: The Women Behing the War Of The Roses

de Sarah Gristwood
★★★★☆


Sendo eu fã da história inglesa na dinastia Tudor, não podia deixar de ser apaixonada pelos eventos da Guerra das Rosas. Normalmente costumo ler romances histórias sobre o assunto mas desta vez resolvi ler um livro mais biográfico sobre as mulheres que mais participaram neste conflito: Elizabeth Woodville, Margaret Beaufort, Marguerite d'Anjou, Cecily Neville, etc...
Sou fascinada por estas mulheres, que num tempo onde não tinham poder, conseguiram dar voltas e mais voltas a uma Guerra, acabando por ser as cara por detrás de todas as intrigas políticas da altura.
Foi uma leitura extremamente interessante que não dá asas à imaginação, baseia-se em factos e não em rumores. Para variar (pois nos romances históricos obviamente que muita coisa é inventada) foi bom ter uma perspectiva vais correcta dos acontecimentos.

domingo, 3 de abril de 2016

Os Reis Malditos: De Como Um Rei Perdeu a França de Maurice Druon

Porque é que disse no post passado que para mim este livro podia não existir? Porque realmente ficamos a saber o final da história no sexto. Este livro serve como complemento, para se ficar a saber de algumas outras coisas que não interessam assim tanto para o final da história.

De Como Um Rei Perdeu a França
("Quand un roi perd la France")
de Maurice Druon
★☆☆☆☆

No sétimo e último volume da saga dos Reis Malditos, Maurice Druon revive o reinado de João II no século XIV. Este monarca que passou para a história como João, o Bom, foi na realidade um homem vaidoso e cruel. França vê-se ameaçada por Inglaterra, devastada por lutas entre clãs; os impostos arrasam a população, a Igreja atravessa uma crise profunda, a peste assola o país e o rei acumula erro atrás de erro... A apaixonante história dos Reis Malditos culminará com o desastre da batalha de Poitiers, onde o rei ceará prisioneiro dos ingleses.

Os Reis Malditos: A Flor-de-lís e o Leão de Maurice Druon

Sexto livro da colecção dos Reis Malditos!! E na realidade, o último. Porquê? Explico no post do sétimo livro.
Já andava de volta desta colecção há imenso tempo. Adorei-a mas não a quis ler toda de seguida. Por fim, lá me decidi a termina-la com alguma pena, porque é mesmo daquelas leituras que queremos ter sempre mais.

A Flor-de-lís e o Leão
("Le Lis et le Lion")
de Maurice Druon
★★★★★

Com a morte de Carlos IV extingue-se a dinastia dos Capetos. A ascensão dos Valois ao trono francês irá iniciar a Guerra dos Cem Anos.A semente da discórdia caiu em solo fértil das rivalidades económicas, ambições pessoais, os imbróglios jurídicos e os ressentimentos históricos. Fatalidades colectivas e trágicos actos individuais acontecem neste sexto volume da saga dos Reis Malditos.Uma personagem domina esses anos decisivos para o ocidente europeu: o conde Roberto de Artois. Ninguém teve mas empanho que ele em coroar o seu primo Filipe de Valois, e agora espera receber como pagamento a devolução das terras dos seus antepassados...