quarta-feira, 9 de setembro de 2015

TAG - Certified Bookaholic

Fui taggada pelo Tio para responder a esta Tag dos Certified Bookaholics.
Demorei muito tempo a fazê-la porque é complicado escolher só uma opção em várias mas gostei muito! :D



1. O primeiro livro/colecção que te vem à cabeça 
O Senhor dos Anéis, que me falta ler o terceiro.

2. Um livro que dizes a todos para não ler 
50 Shades of Grey de E.L. James. Li a trilogia completa para me sentir com direito a falar mal e realmente é uma história que romantiza violência domestica psicológia, sem tirar nem por, e, como passei por isso, abomino estes livros. E ainda por cima mal escrita. Mas defendo-a numa coisa: Existe um plot para além do sexo, mas só a partir do segundo livro. E é mau, não vale a pena saber.

3. O livro mais caro e o livro mais barato que tens (oferecidos não contam)
O mais caro é uma edição de capa dura dos Contos Completos dos Irmãos Grimm que me custou vinte e tal euros. O mais barato não sei... Costumo sempre comprar livros em segunda não e consigo sempre pechinchas, tenho vários livros pelos quais paguei 1€, por isso não sei qual nomear... Bom, o mais recente foi o Misery do Stephen King a 2€.

4. Conto de fadas favorito
Não é nada complicado: O Capuchinho Vermelho. :)



5. Top 3 das tuas personagens favoritas (sejam principais ou não)
1.º Capitão Gancho de Peter Pan de J. M. Barrie
2.º Sirius Black de Harry Potter de J.K. Rowling
3.º Ailura de A Filha dos Mundos de Inês Botelho

6. Top 3 das personagens que menos gostaste (sejam principais ou não)
1.º Fainne de A Filha da Profecia de Juliet Marillier
2.º Guinevere de As Brumas de Avalon de Marion Zimmer Bradley
3.º Mary Stuart de A Outra Rainha de Philippa Gregory

7. Top 3 de lugares que existem só em livros que gostarias de visitar
1.º Terra Média, T-O-D-A
2.º Hogwarts
3.º Um mundo das fadas. Um qualquer. Leio tanto romance fantástico que fala em mundos de fadas pararelos ao nosso que gostava de lá ir.

8. Uma personagem que trarias à vida real 
Viviane de As Brumas de Avalon, para me ensinar a ser sacerdotisa. :( 
(Ou o Boromir de LotR ou o Capitão Gancho para me casar... :( )

9. Um livro que te fez feliz
Danças na Floresta de Juliet Marillier



10. Um livro que te fez chorar
Chorar de felicidade: O Rei Supremo - Último livro das Crónicas de Prydain de Lloyd Alexander. Aquele final, damn.
Chorar de tristesa: Harry Potter e a Ordem da Fénix de J.K. Rowling.

11. Um livro que te fez pensar 
O Triunfo dos Porcos de George Orwell

12. Um livro que te fez rir 
O Filho de Odin de João Zuzarte Reis Piedade. Deuses, tão mau que é impossível não rir. Para mim funcionou como comédia.

13. Pior adaptação cinematográfica de um livro 
VÁRIAS! Mas a que me mais me chateou foi definitivamente Eragon.

14. Livro(s) que vais ter que reler
Tantos... Mas os obrigatórios sei que serão A Filha dos Mundos, Harry Potter, As Crónicas de Nárnia, As Crónicas de Prydain, O Senhor dos Anéis, Danças na Floresta, As Brumas de Avalon... Alguns já li bem mais que duas vezes, são mundos onde me adoro perder...



15. Um livro que te fez voltar uma página atrás devido ao choque 
A Filha da Floresta de Juliet Marillier. Fiquei em choque e tive pesadelos com aquela cena.

16. Um livro que aches que esteja incompleto
Vodu nas Caraíbas de Tim Powers. Ainda estou chateada com esse livro, ugh.

17. Um livro com um final inesperado 
Hannibal de Thomas Harris. Eu já sabia mais ou menos o que acontecia, mas não em que termos. Senti-me em choque e traída e enganada todos os outros livros. Ainda estou a recuperar.

18. Um livro que terminou num cliffhanger 
Bom, tendo em conta que ainda só li o primeiro livro... Os Reinos do Norte de Philip Pullman

19. Um livro com um final de arrancar cabelos 
No bom ou no mau sentido? Bom, seja como for, gostei muito do final de A Batalha Final das Crónicas de Nárnia de C.S. Lewis devido a toda a metáfora que representa. Foi uma leitura wow de bem feita que estava e sendo destinada a crianças - muito maduro.

20. Uma citação importante
Pimba, duas!


“And thus did an Assistant Pig-Keeper become High King of Prydain.”
― Lloyd Alexander, The High King

“To live will be an awfully big adventure.”
― J.M. Barrie, Peter Pan 

21. Uma música perfeita para ler
Não gosto de ouvir música quando leio, gosto de estar e silêncio. Se tiver barulho não me consigo concentrar. 

A minha tag vai para o blog Canto da Floresta!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

[Livro] Vodu nas Caraíbas

O livro de piratas deste Verão. Todos os verões têm, obrigatoriamente, de ter uma leitura de piratas. Não leio mais porque não conheço muitos livros dedicados ao tema mas, felizmente, este ano consegui mais que um! :D

Este livro diz-nos logo na capa que foi a inspiração por detrás dos Piratas das Caraíbas. Mas até que ponto?

"Vodu nas Caraíbas"

"On Stranger Tides"
de Tim Powers
O ano é o de 1718. O jovem John Chandagnac atravessa o Atlântico em direcção às Caraíbas para recuperar a rica plantação do pai, mas o navio é tomado por piratas. Atacando sem pensar o capitão dos salteadores para vingar a morte do amigo, acaba por ter de fazer a escolha da sua vida: ou morre ali mesmo..ou se junta aos piratas!
E assim começa o Vodu nas Caraíbas. Rebaptizado de Jack Shandy pelos piratas, o nosso herói mergulha num mundo que só conhecia das lendas: o da magia negra e aventura.
Para piorar as coisas, a jovem que Jack ama de todo o coração - a linda e delicada Beth -, seguia no mesmo navio. Primeiro, Jack terá de a salvar de um cultista louco que a pretende sacrificar quando chegar às Caraíbas. A seguir, terá que enfrentar o famigerado Barba Negra, que vê em Beth a companheira ideal para um vida de sangue e rapina no mar.
Incrivelmente talentoso na maneira como escreve as suas histórias, Tim Powers oferece-nos uma viagem fantástica a navios fantasmas, tripulações de zombies, feitiçaria negra e ao segredo da Fonte da Juventude.

Encontramos duas parecenças entre os três primeiros filmes dos Piratas das Caraíbas: Uma jovem chamada Elizabeth e um pirata chamado Jack. Fim. 
Realmente, aquela pequena frase na capa da edição que li é bastante falaciosa. Encontramos sim, muitas parecenças com o quarto filme: On Strangers Tides, o que não é nada estranho, uma vez que esse é o nome original do livro.

Começou um belo livro de piratas e sabia que devia esperar vodu devido ao título mas conforme o livro avança, torna-se mais focado em vodu do que em piratas. Não sei muito sobre vodu mas sei o suficiente para não me agradar e para saber que é descrito de maneira demasiado fantasiosa no livro.

Queria (e tive algumas) lutas de piratas e perseguição de barcos! Não queria piratas voadores (ehe, ensinem vodu ao Capitão Gancho) que lançam kame-hames

Bom, basicamente esperava uma coisa e tive outra. É um livro engraçado à sua maneira mas foge IMENSO à sua sinopse. Prometem-nos romance e tivemos ali um romance muito pouco explicado e romântico. Prometem-nos também outras coisas que estamos à espera já lá para o meio do livro e acontecem apenas num breve último capítulo. Se não me tivesse sentido enganada sobre o que ia ler, talvez tivesse gostado mais do livro.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

[Livro] Os Reis Malditos: A Loba de França

E aqui vai o quinto livro da colecção...

"Os Reis Malditos: A Loba de França"

"Les Rois Maudits: La Louve de France"
de Maurice Druon 
Um intervalo de seis anos separa A Lei dos Varões e A Loba de França. Durante esses anos, de 1318 a 1325, o pais foi sabiamente governado ainda que a azarado por diversas calamidades: a cruzada dos camponeses, a rebelião dos leprosos, agitações, matanças... Filipe V morre sem ter chegado aos trinta anos de idade e, como aconteceu ao seu irmão Luís X, não deixou descendência masculina. O terceiro filho do Rei de Ferro, o débil Carlos IV, sucede a Filipe V. Durante o sei reinado, França será governada por representantes da alta nobreza, Carlos de Valois e Roberto de Artois. A nova e dramática volta da história origina-se em Inglaterra. A Loba de França é a trágica alcunha que os cronistas da época deram a Isabel, filha de Filipe o Belo e rainha de Inglaterra, que parece levar a maldição dos templários para o outro lado do Canal da Mancha.

Este era o livro que mais desejava ler da colecção e isso contribuiu para a desilusão. Foi o livro que menos gostei até à data. 
Estava à espera de ser mais centrado à volta de Isabel de França - personagem histórica da qual gosto bastante -, e afinal foi toda uma mixórdia de acontecimentos. Acontecimentos que realmente aconteceram, mas para um livro grande, foi tudo tratado demasiado depressa para o meu gosto, com pouco pormenor. Começamos com um salto grande na história e assim continuamos o livro, aos saltos históricos. O que ao início prometia acabou por nos enganar. Muitas paginas para contar muito pouco.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

[Livro] A Verdadeira História do Capitão Gancho

Se não sabem ficam a saber: Desde criança que sou fascinada pelo Capitão Gancho. Não sei explicar porquê mas sempre assim foi. 
Cresci com o da Disney que era tanto idiota como intimidante, vi peças de teatro onde era assustador, apaixonei-me pelo Jason Isaacs no filme de 2003, venero ainda hoje o livro do Peter Pan. Meto as mãos em tudo que consigo do Capitão Gancho. Ele é a minha personagem literária favorita de todo o sempre.
Ele é uma personagem mais complexa do que aquilo que nos lembramos de quando éramos novos. Ele não é o vilão que pensávamos que era. Ele é um adulto. E todos os adultos são piratas. Afinal, qual é o crime de se ser adulto?

A quem apenas conhece a história do Peter Pan pelo filme da Disney, por favor, leia o livro. O Peter não é o ser angelical que conhecemos, é um menino arrogante que odeia adultos. E o crime do Capitão Gancho é ser adulto. Por isso perdeu a mão. Por isso quer vingança sobre aquele que lhe cortou a mão.
Este é um daqueles casos que quando somos crianças o mais provável é sermos a favor do Peter mas, quando crescemos, nos tornamos adultos, e voltamos a pegar em Peter Pan é que vemos como cruel ele é e começamos a compreender o Capitão Gancho.


Já estou a divagar muito e já deve ter dado para perceber que gosto muito do Capitão Gancho e, enfim, esse é o motivo pelo qual li este livro.

"A Verdadeira História do Capitão Gancho"

"La Vera Storia di Capitan Uncino"
de Pierdomenico Baccalario

terça-feira, 11 de agosto de 2015

[Livro] Hannibal

Tenho uma adoração imensa pelo Hannibal. Será saudável adorar um canibal? Provavelmente não, mas ele é fictício por isso tenho não pensar muito no assunto.
Passados muitos, mas mesmo muitos anos depois de ter lido todos os outros livros, consegui finalmente meter as mãos no último livro da colecção. Para além do último era o que mais queria ler! Não o encontrei à venda em segunda mão, não me o conseguiam arranjam na Bertrand, não o encontrava em bibliotecas... Este ano tive a sorte de o encontrar na Feira do Livro de Lisboa e não pensei duas vezes, trouxe-o comigo e imergi na leitura.

Hannibal

de Thomas Harris
Anos depois da sua fuga, pousando como o erudito Dr. Fell, um curador de um palazzo de uma grande família, Hannibal vive a boa vida em Florença, quase nunca matando ninguém. Clarice tem menos sorte: Sobrevive a um tiroteio do FBI que correu mal, e o seu grande inimigo, Paul Krendle, faz-lhe a vida negra, acabando suspensa. Por isso, por azar, o primeiro polícia a encontrar Hannibal é um italiano chamado Pazzi, que é tal como os seus antepassados retratados no Inferno de Dante como enganadores e traidores. Pazzi trabalha para uma personagem tão assustadora como Hannibal: Mason Verger. Quando Verger era jovem apanhado por violação de crianças, a sua riqueza salvou-o da cadeia. Tudo que ele precisava era de psicoterapia - com o Dr. Lecter. Graças ao tratamento, Verger está agora paralisado em todo o corpo menos numa mão, desfigurado e respira com ajuda de máquinas, a ver as suas agressivas moreias a devorarem outros peixes. A sua obsessão é dar de comer Lecter a outros animais igualmente agressivos.


Devorei o livro. Adoro a escrita de Harris, é bastante rápida e precisa e as suas divagações servem de alguma coisa. Estava ansiosa para chegar ao final, a parte que mais queria saber! A história estava a ser tão boa e tão parecida ao filme que fiquei mais entusiasmada do que devia. Infelizmente, o final foi uma facada nas costas.

Tinha conhecimento que era diferente do filme, daí toda a minha curiosidade em saber o que acontecia realmente. Já sabia muito por alto o que acontecia e na minha mente, como as coisas aconteciam, era perfeito. O final era o final que tinha ouvido falar, mas o desenvolvimento foi outra história. Doeu-me tanto acabar por descobrir que - apesar de sempre ter sabido - o Hannibal Lecter não era aquele humano tão perfeito em tudo (excepto ser um serial killer e canibal), e tão em controlo da sua mente como achamos em todos os outros livros. Não. O Dr. Hannibal Lecter afinal é como todos os outros. Pode ser mais cavalheiro, mais charmoso, mais inteligente e seguro das suas acções mas é maluco. Na verdade existe REALMENTE algo de errado com a sua mente, não é só o trauma. O trauma causou a maluqueiras. Fiquei tão triste por ao longo de todos estes anos imaginar uma coisa e no final ser exactamente o contrário... Ele é doente. É brilhante, uma personagem fantástica mas é doente. E mau. Cruel.  Foi um grande golpe este final. Os livros enganaram até às últimas páginas. Queria imenso a Clarice e o Hannibal juntos. Não queria um falso amor, um amor distorcido e doentio. Aquilo é errado. Aquilo causou-me horror e isso é algo que é MUITO DIFÍCIL de me acontecer. Minha pobre Clarice... Como pôde este autor destruir assim duas personagens tão perfeitas? Golpe de mestre. Por mais que me custe dizer uma coisa destas, entendo perfeitamente porque mudaram o final do filme: era tudo demasiado complicado e complexo para lá ser explicado. E as pessoas iam-se sentir tão traídas como eu me senti. Prefiro o final do filme.


Thomas Harris é um excelente contador de histórias e um mestre do thriller e em brincadeiras da mente. Foi um final que me custou muito mas não queria que tivesse acabado. São histórias tão boas que deviam viver para sempre. Tenho imensa pensa de não ter mais nada destas personagens para ler. Depois de ter terminado este livro fiquei uns dias em luto de leitura

Se gostam de thrillers, façam um favor a vós mesmos e leiam os livros de Hannibal. Juro-vos que não é todos os dias que se tem uma leitura tão intensa capaz de despertar tantas emoções. É uma experiência única. 

(Não leva nota máxima por ainda me sentir traída pelo autor apesar de ter sido genial! Ainda me custa a acreditar que foi tudo uma ilusão.)

[Livro] Os Reis Malditos: A Lei dos Varões

E assim volto à saga dos Reis Malditos. Vamos lá conversar sobre o quarto livro.

"Os Reis Malditos: A Lei dos Varões"

"Les Rois Maudits: La Loi des Mâles"
de Maurice Druon
★★★★★
Junho de 1316. Depois de um curto e catastrófico reinado, Luís X acaba por morrer envenenado. Passaram-se apenas dezoito meses depois da morte do seu pai, Filipe, O Belo. Pela primeira vez desde há trezentos anos, um dei de França desaparece sem deixar um herdeiro varão. A coroa pode ir parar à cabeça de uma menina de cinco anos, suspeitada de bastardia, filha do primeiro matrimónio de Luís X com Margarida de Borgonha. Também pode ser destinada ao filho que espera a segunda esposa do falecido rei, Clemência da Hungria.
Este quarto volume da série dos Reis Maltidos revive os feudos entre os três candidatos à regência do trono: O seu irmão, o Duque de Poitiers, o seu tio, o Conde de Valois, e o seu primo, o Duque de Borgonha. O Conde de Poitiers recorre à "Lei dos Varões" para justificar o seu direito ao trono, adaptando-a habilmente às circunstâncias.

Este foi até à data o livro que mais gostei desta colecção, é bom finalmente vermos uma personagem inteligente com destaque! Nos outros livros já se via bastantes intrigas mas foi com este que engrossaram. Teve um desenvolvimento bastante interessante por fugir ao esperado, ao contrário do que estamos à espera, não acaba sempre tudo bem para todos. Por agora pode correr bem, mas aqui nunca se está em paz, há sempre de acontecer alguma coisa má. Adoro intrigas de corte Começa a ser mais comum mortes e mentiras. A história está a tornar-se cada vez mais interessante e já comecei o quinto livro da colecção: A Loba de França.

[Filmes] Os últimos vistos

Para não estar a fazer um post individual para cada filme que vi, deixo aqui os quatro últimos que vi. São pouquinhos, eu sei. Ultimamente não tenho andado com muita vontade de ver filmes nem ver televisão, daí que apenas dois deles são desse meio e os outros dois são de cinema. Vamos lá.

½
Titulo original: Jurassic World
Titulo português: Mundo Jurássico 
Género: Acção, Aventura, Ficção Cientifica 

Sinopse
: Um novo parque temático é construídos no local original do Parque Jurássico. Tudo está a correr bem até o surgimento da nova grande atracção: Uma máquina de matar gigante geneticamente modificada que se solta e começa a matança.


Opinião: Fui ver este filme em IMAX. Quando faltava um mês para o filme estrear já andava em pulgas para o ver. Durante toda a minha vida, desde criancinha pequenina, que adoro os filmes do Jurassic Park - ainda hoje são dos meus preferidos -, e poder ver um novo filme deles em IMAX quase que era um sonho tornado realidade. Ver um T-Rex à minha frente, como se fosse em tamanho real e verdadeiro. Bom, eu gostei imenso do filme e pouco me importa o que possíveis haters possam dizer (que a história era parva e previsível, que aquilo está tudo cientificamente incorrecto, etc). Adorei o papel do Chris Pratt (como é possível não gostar do que quer que seja que esse homem faz?) e também da outra actriz, basicamente gostei das personagens principais. Gostei de como o parque estava a funcionar, gostei dos dinossauros (e pouco que importa que o dinossauro marinho tenha a língua de um mamífero) e fiquei super feliz por voltar a ver a Rexy e por existirem Raptors amestrados (sim, ao início, nos trailers achei super super parvo mas acabei por me converter e agora quero um para mim). O final foi bastante cheesy mas o meu Eu criança adorou! Sai bastante satisfeita do cinema e espero ansiosamente por um próximo (se bem que tenho medo onde isso vai parar... Acho que dinossauros máquinas de guerra já é abusar muito).


Titulo original
: Big Hero 6 
Género: Animação, Acção, Aventura

Sinopse: A ligação especial entre o robot insuflável Baymax e o prodígio Hiro Hamada que se juntam com um grupo de amigos para formar um grupo especial de hérois de alta-tecnologia.

Opinião: Gosto muito de ver animação mas este calhou não ver quando a grande hype se instalou. Tinha visto uns amigos do Facebook a falar muito bem dele uns dias antes e num dia em que não tinha nada para fazer, acordei e decidi ver o filme. Devia ter visto mais cedo. Foi muito giro. Normalmente não me interesso muito por desenhos animados que não sejam de fantasia porque costumam ter sempre uma história fraquinha mas a história deste é crescida. Lida com perda e com superar a dor. Bons ensinamentos para crianças. No final apareceram na minha sala ninjas a cortar cebolas mas isso é outra história. Quando sair o segundo quero ver. :)


½
Titulo original: Ant-Man
Titulo português: Homem-FormigaGénero: Acção, Aventura, Ficção Cientifica 

Sinopse
: Armado com um super fato com a fascinante habilidade de encolher em tamanho mas aumentar a força, o assaltante Scott Lang deve aceitar o seu herói interior e ajudar o seu mentor, o Dr. Hank Pym a destruir uma ameaça capaz de destruir o mundo tal como o conhecemos. 

Opinião: Este não foi o filme da Marvel que mais interesse me despertou. O herói também nunca me fascinou mas como não falho um filme desta colecção do cinema tive que o ir ver. E ainda bem que fui. Foi uma introdução a um novo super-herói bastante simples mas engraçada. É um filme leve que dá imenso prazer em ver e que não damos pelo tempo passar. Surpreendeu-me pela positiva apesar do vilão sem graça nenhuma. E fez-me doar o coração por ver uma formiga a morrer. E a cena pós-créditos voltou a acodar a fangirl em mim que estava de férias. CIVIL WAR!! BRING IT ON!!!
(Eu sempre ralhei com pessoas que pisam e matam formigas de propósito, espero que depois de verem este filme vejam que eu sempre tive razão em reclamar com eles!!)


Titulo original: Unfriended
Género: Terror, Thriller

Sinopse: Um grupo de amigos numa conversa online descobrem-se assombrados por um misteriosa força supernatural a usar uma conta de uma amiga morta.

Opinião: Melhor filme de comédia que vejo há muito, LOL. Eu ADORO filmes de terror bons mas tenho uma paixão secreta: Também adoro ver filmes de terror maus porque acabo sempre por me partir a rir. Este foi um deles. Terrível e estúpido, foi muito divertido. Não se aprende nada e nem sustos prega. A única parte interessante é que todo o filme é passado vendo o ecrã do computador de uma das personagens.
Mas graças a este filme já sei que fazer quando voltar ao mundo como fantasma: Vou possuir um computador ligado a uma impressora 3D, imprimir-me, possuir a impressão e PUFF estou viva outra vez.


E pronto, é isto. A ver se volto a ver mais filmes.